11 abril 2011

A RESSONÂNCIA DE SHUMANN


Ressonância de Schumann marca o pulsar da Terra
O físico alemão W.O. Sshumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um

http://files.myopera.com/edilbertoneto/blog/schumann.jpg
campo eletromagnético poderoso que
se forma entre o solo e a parte inferior
da ionosfera que fica cerca de 100 km
acima de nós. Esse campo possui uma
ressonância (Ressonância Schumann- RS)
mais ou menos constante da ordem de 7,83
pulsações por segundo. Funciona como uma
espécie de marca-passo (freqüência de base
da Terra), responsável pelo equilíbrio da biosfera,
condição comum de todas as formas de vida.
Verificou-se também que todos os vertebrado
s
e o nosso cérebro são dotados da mesma
freqüência de 7,83 hertz (Hz).

Empiricamente fez-se a constatação que não
demos ser saudáveis fora desta freqüência 
biológica natural. Sempre que os astronautas, 
em razão das viagens espaciais, ficavam fora da
ressonância Schumann, adoeciam. Mas, 
submetidos à ação de um "simula
dor Schumann" recuperavam o equilíbrio e a 
saúde.Esta medida já foi considerada uma 
http://www.backyardastronomy.net/images/Schumann_Resonance/schumann.gif
constante; comunicações globais militares 
foram desenvolvidas a partir do valor da
frequência
Por milhares de anos as batidas do coração 
da Terra tinham essa freqüência de pulsações 
e a vida se desenrolava em relativo 
equilíbrio ecológico. Ocorre que, a partir dos anos
 80 e de forma mais centuada a partir dos 
anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e atualmente está acima de 
13 Hz. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios 
ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior 
atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo 
e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros.
http://www.glcoherence.org/templates/gcp/images/monitoring_system/commentaries/brain_schumann_resonance_signal.jpg
A ciência reconhece a RS como um sensível indicador 
de variações de temperatura e condições amplas de 
clima. A RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento
das severas tempestades e enchentes dos últimos anos. A ciência não 
sabe porque isso acontece - nem o que fazer com essa situação.

Enquanto a taxa de "pulsação" está crescendo, seu campo de força 
magnético está declinando (de 4 gauss para menos 0.4 gauss). 
O campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos 4 mil anos. 
E como um dos fenômenos que costuma preceder a 
inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, 
acredita-se que outra inversão deve estar acontecendo.
Em função disso, os registros geológicos da Terra que 
indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças 
cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando 
a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem
ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do 
planeta.
http://www.esoterikha.com/grandes-misterios/triangulo-das-bermudas/images/campo-magnetico-terra.jpg
A Terra se comporta como um enorme 
circuito elétrico. É verdade que a 
atmosfera é um condutor bastante fraco 
e se, não houvessem fontes de carga, 
toda a carga elétrica terrestre
se disseminaria em cerca 
de 10 minutos. Existe uma "cavidade" 
definida pela superfície do planeta e o
 limite interior da ionosfera, 
¾ e 55 km acima.
Aproximadamente 1.000 tempestades luminosas acontecem a todo 
o momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampéres), e 
elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente 
na "cavidade eletromagnética" da Terra.

As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase 
estáticas que existem nesta cavidade. Como ondas de uma mola, 
elas não estão presentes otempo inteiro, e sim têm de ser estimuladas
para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece 
no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo. Parecem estar 
relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em
períodos de intensa de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem
em diversas freqüências.

O Ponto Zero – É tanto um ciclo de tempo, quanto uma experiência
devida. Como os ciclos geofísicos convergem para um ponto no
tempo, condições únicas são criadas na Terra marcadas em lugares
sagrados ao longo da história. Indicativos incluem o aumento da 
freqüência de base e a diminuição do campo magnético da Terra. 
A Iniciação Coletiva é a resposta cultural às condições de Ponto Zero, 
permitindo fácil acesso a estados de consciência superiores. 
Culturas anteriores registraram esses eventos passados oferecendo
um mapa-guia para o presente. Essa é uma mensagem de esperança 
e compaixão. Quando a Terra perder por completoa sua rotação e 
a freqüência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos (13 Hz),
estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético. 
A Terra ficará parada e após dois ou três dias começará a girar 
novamente, mas na direção oposta. Isso produzirá uma total
reversão nos campos magnéticos terrestres, que deverá ocorrer
até 2012 e marcará a Mudança das Eras.

Elevação da freqüência de base – A freqüência de base da Terra,
ou pulsação, chamada Ressonância Schumann (RS), está 
aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas,
durante décadas a média foi de 7,83 a 8,6 ciclos/segundo. 
Essa medida já foi considerada uma constante e comunicações
globais foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. 
Recentes relatórios mostram que a partir dos anos 80 e 90 a 
freqüência se dirige para uma taxa de 11 a 13 ciclos (hz). 
Especula-se que a tendência seria seguir as taxas da Freqüência 
Fibonacci. A ciência não sabe por que isso acontece, nem o que
fazer com essa situação. Gregg Braden encontrou dados coletados 
por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto, 
que não é amplamente tratado nos Estados Unidos. 
Uma referência à RS foi encontrada na Biblioteca de Seattle 
relacionada à meteorologia. A ciência reconhece a RS como 
um sensível indicador de variações de temperatura e condições 
amplas de clima. Braden acredita que a RS flutuante pode ser 
fator importante no desencadeamento das severas tempestades
e enchentes dos últimos anos. Schumann formulou que a Terra 
é cercada por um campo magnético que se forma entre o solo 
e a parte inferior da ionosfera, camada da atmosfera,a cerca 
de 100 km acima da superfície da terra. Esse campo possui 
uma ressonância, como um espelho, respondendo às excitações 
elétricas da base da Terra, daí o nome de Ressonância
Schumann (RS). Funciona como um marca-passo, responsável 
pelo equilíbrio da biosfera, condição comum a todas as formas 
de vida no planeta. A carga na “cavidade”eletromagnética entre
a superfície do planeta e o limite interior da ionosfera é de
500.000 C (Coulumbs). Existe uma corrente de fluxo vertical 
entre o chão e a ionosfera de 1 a 3x 10-12 ampéres por m2.
A resistência da atmosfera é de 200 Ohms. O potencial de 
voltagem é de 200.000 Volts. Aproximadamente mil tempestades
luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada 
uma produz de 0,5 a 1 ampére, e elas juntas contribuem para a 
medida total do fluxo da corrente na “cavidade eletromagnética” 
da Terra.

Ressonância Schumann são ondas eletromagnéticas quase 
estáticas que existem nessa cavidade. Como ondas de uma
mola, elas não estão presentes o tempo inteiro e têm de ser
estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas 
por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu
núcleo. Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na 
atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade 
luminosa. Ocorrem em diversas freqüências, entre 6 e 50 ciclos 
p/s, especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hertz, 
numa variação diária de +- 0,5 Hertz.

Manchas solares – Enquanto as propriedades da cavidade 
eletromagnética da Terra permanecerem iguais, essas 
freqüências tambémficam inalteradas. Presume-se haver
uma mudança devido ao ciclo da mancha ,solar, já que a
ionosfera da Terra responde ao ciclo de 11 anos de atividade 
solar. As RS são observadas mais facilmente entre 2.000 e 
2.200 UT. 
Visto que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente 
e uma voltagem, não é surpresa encontrar tais ondas 
eletromagnéticas. As propriedades ressonantes dessa 
cavidade terrestre foram estudadas por Schumann e Konig 
entre 1952 e 1957. Nicola Tesla também já as conhecia. 
A primeira representação espectral desse fenômeno foi 
preparada porBalser e Wagner em 1960. Os geofísicos 
consideram a Ressonância Schumann como sendo o 
batimento cardíaco da Terra. Informações técnicas se 
encontram no livro Handbook of Atmospheric Electrodynamics 
de Hans Volland, Vol.1 (CRC Press, 1995). O capítulo 11 
inteiro trata da Ressonância Schumann, escrito por Davis 
Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alasca.


Em síntese, para que haja ressonância é preciso pelo menos dois corpos
oscilantes com freqüências naturais iguais ou múltiplas inteiras entre si.
Se um deles é posto a oscilar próximo ao outro, este outro também passa
a oscilar espontaneamente - ele entra em ressonância com o primeiro.
Quem toca um instrumento de corda conhece bem esse fenômeno:
se duas cordas próximas emitem o mesmo tom, basta fazer uma
delas vibrar para que a outra também passe a vibrar espontaneamente.
As freqüências naturais são as freqüências espontâneas de oscilação de um
corpo.Pode ser uma única freqüência, caso de uma lâmina vibrante,
ou muitas freqüências,caso de uma corda vibrante ou de um tubo sonoro.
Se prendermos a ponta de uma régua junto à borda de uma mesa e
fizermos a extremidade livre da régua vibrar, ela vai oscilar em uma única
freqüência, cujo valor depende do comprimento livre da régua e das
propriedades elásticas do material de que ela é feita. Se fizermos vibrar
uma corda de violão ou o ar contido em uma corneta vão aparecer nesses
corpos oscilações de várias freqüências compondo configurações específicas
de vibração conhecidas como ondas estacionárias (esse nome é dado porque
essas ondas estão confinadas nos limites da corda ou do tubo). Como 
acontececom a vibração da lâmina livre da régua, essas freqüências 
dependem do comprimento da corda ou do tubo e das propriedades 
físicas do materialde que é feita a corda ou do ar. 

Veja a figura 1.
Fonte: Física - Série Brasil. A. Gaspar. São Paulo, Ática, 2003, p. 231 e 246.

(Fig. 1a)

(Fig. 1b)

a) Configurações possíveis para a formação de ondas estacionárias 
(modos de vibração) em uma corda fixa nas extremidades. 
A configuração de menor freqüência ocorre para n = 1 
(n é o número de ventres); as outras configurações
possíveis correspondem a n = 2, 3, 4, e assim por diante; b) 
Representação esquemática de ondas estacionárias em um tubo
aberto nas duas extremidades.A configuração I corresponde à
freqüência fundamental (n = 1); as seguintes 
(II, III e IV) correspondem aos harmônicos seguintes (n = 2, 3 e 4).


A propriedade mais importante da ressonância é a transferência de
 energia. Toda propagação ondulatória é uma propagação de energia. 
Quando um sistema oscilante gera uma onda com uma determinada
freqüência, esta se propaga e parte de sua energia é transferida a 
outros sistemas oscilantes por ela atingidos, mas para aqueles 
sistemas que tiverem a mesma freqüência do sistema oscilante 
gerador, essa transferência de energia é máxima. Veja a figura 2.
Fonte: Física, v.2. A. Gaspar. São Paulo, Ática, 2000, p. 27 e 26.

(Fig. 2a)

(Fig. 2b)
a) Os pêndulos B, C, D e E têm comprimentos fixos, enquanto o pêndulo A tem comprimento variável. Quando se faz o pêndulo A oscilar, um dos pêndulos B, C, D ou E, de mesmo comprimento, e, portanto, de mesma freqüência, passa a oscilar espontaneamente, por ressonância. b) A transferência de energia por ressonância pode ser suficientemente intensa para destruir um corpo: esta foto de 1940 mostra o momento em que a ponte pênsil de Tacoma, cidade da costa oeste dos EUA, rompia-se depois de oscilar violentamente por ressonância, em decorrência dos ventos que sopravam na ocasião.
Não nos parece necessário ir além nesta explicação, o importante,neste 
caso, é a compreensão da natureza interativa do fenômeno da ressonância.



Ressonância eletromagnética
Os exemplos de ressonância dados até aqui são de ondas mecânicas, mas 
valem também para ondas eletromagnéticas com algumas diferenças. 
A primeira delas é a freqüência natural de uma onda eletromagnética. 
Nas ondas eletromagnéticas criadas para as telecomunicações (telefonia, 
rádio e televisão, principalmente) a freqüência natural de oscilação é, a 
rigor, artificial, pois ela é estabelecida pelo equipamento eletro-eletrônico
 que a gera, em obediência a determinações técnicas e oficiais.
No caso das estações de rádio que transmitem em FM no Brasil, por 
exemplo, essas freqüências devem estar compreendidas entre 87,8 MHz 
a 108 MHz. Mas, uma vez definida, a freqüência de uma emissora pode ser entendida como natural - vamos chamá-la de freqüência nominal, pois, 
nesse caso, muitas vezes ela se confunde com o nome da emissora 
(às vezes é o próprio nome).Assim, suponha que a freqüência nominal 
de uma estação de rádio é 87,8 Mz. As ondas dessa estação, emitidas a 
partir de sua antena transmissora, preenchem praticamente todo espaço
 em torno dela até uma determinada distância (teoricamente o alcance 
é infinito mas na realidade ele é limitado pela potência do transmissor 
da emissora). Para captar a emissão dessa estação é preciso estar na
 região em que essas ondas chegam com potência suficiente para serem detectadas por um aparelho receptor - o rádio, dispositivo eletrônico de freqüência variável. Como em uma mesma região chegam inúmeras ondas eletromagnéticas das mais variadas freqüências, é preciso sintonizar a 
estação que queremos ouvir, ou seja, selecionar dessas inúmeras freqüências apenas uma, a dessa estação.
Isso se faz pela variação da freqüência de detecção do rádio para que 
ela entre em ressonância com a freqüência nominal da estação que se 
quer ouvir. Ao entrar em ressonância, a transferência de energia dessa
 estação para o rádio torna-se máxima e capaz de acionar seu sistema 
eletrônico de recepção (o dispositivo da figura 2a possibilita uma boa 
analogia a esse processo: o pêndulo A é o rádio; os pêndulos B, C, D e E 
são as estações).
O "ruído de mar" das conchas permite outra analogia interessante.
 Assim como as conchas selecionam do ruído ambiente apenas algumas freqüências sonoras por ressonância, o rádio seleciona uma única 
freqüência de cada vez, a da estação que desejamos sintonizar. A rigor,
 a diferença entre a concha e o rádio é que ela é "pré-sintonizada", ou seja, 
a sua forma geométrica só lhe permite entrar em ressonância com 
determinadas freqüências, enquanto o rádio pode variar as suas 
freqüência de detecção. Em outras palavras, a concha equivale a um 
rádio sem botão de sintonia; o rádio, a uma concha de forma 
geométrica variável.Assim, para que ocorra ressonância de ondas eletromagnéticas na atmosfera terrestre é preciso que nela existam
pelo menos uma fonte geradora dessas ondas e um sistema oscilante 
que com elas possa entrar em ressonância. Ambos existem. Vamos 
apresentar primeiro o sistema oscilante, nesse caso chamado de "cavidade ressonante".

A cavidade ressonante da Terra
Resguardadas a forma e a escala das dimensões, as ondas eletromagnéticas 
se comportam na região compreendida entre a superfície da Terra e a ionosfera de forma análoga às ondas sonoras em tubo aberto nas duas extremidades, 
daí essa região ser considerada uma cavidade ressonante.
Na região externa a um tubo sonoro, as partículas de ar têm ampla 
liberdade de movimentos - as ondas sonoras formam ventres nessas 
regiões (veja a figura 1b);
 o mesmo ocorre com as ondas eletromagnéticas entre a superfície da 
Terra e na ionosfera - a abundância de elétrons livres nessas regiões as 
torna eletricamente condutoras, o equivalente eletromagnético à liberdade
das partículas de ar fora do tubo.
Mas essa analogia precisa de pelo menos dois ajustes. O primeiro, em
 relação à geometria - a cavidade ressonante terrestre constitui-se de 
duas cascas esféricas paralelas entre si, algo bem diferente de um tubo. 
O segundo, em relação aos
 limites formados por essas cascas. Enquanto a casca inferior - a superfície 
da Terra - é bem definida, a casca superior - a ionosfera - não tem 
dimensões definidas nem no tempo, nem no espaço. A ionosfera, como
seu nome indica, é uma região da atmosfera com alta densidade de 
íons - átomos que perderam um ou mais elétrons -, portanto suas 
dimensões dependem do número e da distribuição de elétrons livres 
da ionosfera.Os íons formados e os elétrons por eles liberados se 
originam dos átomos dos gases que compõem a atmosfera por ação 
da radiação solar e dos raios cósmicos. Como essa ação é variável, 
sobretudo a da radiação solar, pois o movimento de rotação da Terra
 faz com que as regiões ensolaradas e as regiões de sombra se alternem ciclicamente, não é possível definir com precisão os limites da ionosfera. Grosseiramente, pode-se dizer que ela vai de 50 km a 2 000 km de altitude. 
Veja a figura 3.

Fonte: http://www.oulu.fi/~spaceweb/textbook/ionosphere.html

(Fig. 3)
Este gráfico mostra a curva média da densidade de plasma em função da altitude na atmosfera. Plasma são moléculas ou átomos de gás ionizado, por isso essa densidade mede também concentração de elétrons livres na atmosfera. O pico de densidade, de dia ou de noite, está entre 102 km e 103 km mas como essa escala é logarítmica (não linear) ele corresponde aproximadamente ao intervalo entre 150 km e 250 km. D, E e F indicam diferentes camadas da ionosfera; a camada E é a mais refletora - é principalmente a ela que nos referimos quando estabelecemos o limite superior da cavidade ressonante da atmosfera terrestre.
Para o nosso caso, interessam a região em que a densidade de elétrons
livres é maior, entre 50 km e 150 km, onde predomina a reflexão das 
ondas eletromagnéticas. Esse é o limite superior da cavidade ressonante e 
define sua forma: uma casca 
esférica de 50 km a 150 km de espessura.
Como é muito difícil representar graficamente essa região podemos pensá-la bidimensionalmente, como se fosse um aro ou anel, o que torna possível mais 
uma analogia, desta vez das ondas eletromagnéticas estacionárias nessa 
região com ondas elásticas mecânicas em aros metálicos flexíveis. 


Veja as figuras 4 e 5 a seguir.

Fonte: http://www.blazelabs.com/f-p-prop.aspFonte:http://www.phy.davidson.edu/
StuHome/timv/IntLab/ChlaRes/hoop
/hooppics.htm

(Fig. 4)

(Fig. 5)
A figura 4 mostra as possibilidades teóricas da ocorrência de ondas estacionárias em aros metálicos: n = 1, para um único ventre; n = 2 
para dois ventres e assim por diante (na verdade, esse esquema foi 
construído para outra analogia que
ilustra o princípio da dualidade onda-partícula para os orbitais dos 
elétrons noátomo de hidrogênio, mas aqui ele também é adequado); 
a figura 5 mostra uma demonstração experimental da ocorrência dessas 
ondas estacionárias. Nesse caso,ela ilustra a configuração correspondente 
ao n = 3 da figura 4.
Para completar essa analogia com as configurações de ondas estacionárias na 
cavidade ressonante da Terra é importante saber que nela não há camadas 
seqüenciais excludentes como sugere a figura 4 - todas as configurações que ali aparecem, mais as outras subseqüentes, nela podem coexistir em superposição.
http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/atual_cie.aspx?cod=751

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